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25 de Julho
Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

ATENÇÃO

Este livro é voltado a quem consegue compreender que heróis e heroínas devem ser diversos, e exemplos para todas e todos.


Essa data é muito especial, estabelecida durante o 1º Encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas, em 1992, em Santo Domingo (República Dominicana), marcando um dia de reflexão e enfrentamento da invisibilidade que eu, nós, mulheres negras vivemos todos os dias.

Oficialmente, nesta data, ou durante toda a semana, mês, comemora-se o Dia da Mulher Negra e Teresa de Benguela, uma líder quilombola (Quariterê – Mato Grosso) que resistiu durante 2 décadas em meio à escravidão, em 1770.

Leia sobre ela e outra mulheres no site Mulher 500 Anos – aqui.

Esse site tem uma bela lista de mulheres que fizeram a diferença, e se você não consegue lembrar de 10 nomes, então precisa rever a sua noção de igualdade e somos todos humanos, pois ela não condiz com o tão pouco que sabe sobre mulheres.

Com esse breve relato, entro no assunto #JulhodasPretas.
Essa é uma iniciativa que registra nas redes sociais todas as atividades que buscam levar conhecimento e reflexão sobre a desigualdade de acesso e memória.
E para melhor apresentar isso, em dados, peço que acesse o Dossiê IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre Condição das Mulheres Negras no Brasil – em pdf, clique aqui.
Leitor – PDF – FOXITdownload aqui.

Pensei em muitas coisas para dizer, escrever, mas incorreria no mesmo erro costumeiro de falar de questões relacionadas à  população negra só em datas comemorativas, e isso é errado, pois somos metade da população e nada explica o silenciamento sobre quem somos, nossa história, lutas e vitórias.

Minha forma de homenagear o 25 de Julho

Me tornei escritora oficialmente no último dia da Bienal 2015, chovia forte e saí de lá com uma certeza, que só voltaria em 2017 como autora de um livro que me representasse, com uma heroína negra, uma heroína tão universal quantas as brancas com as quais convivi a vida inteira.

E assim comecei… hoje sou uma autora independente, que escreveu a primeira duologia com uma heroína negra na história da literatura de ficção nacional, uma heroína de um Brasil inteiro com família, raízes, amigos, absolutamente tudo o que nunca vi em anos de literatura, a face de uma heroína negra do qual depende o futuro de um país, a história.


E mais, estamos falando de uma ficção científica (sci fi) que se passa no século 25, numa realidade futurista de um país desenvolvido, mas com limitações provenientes de um apocalipse climático (cli fi), e claro, o fator humano é outra história. Isso não é pouco.

Minha obra é um exemplo de representatividade negra, e também indígena através da coprotagonista Naná e Wadei, negro que usa próteses em abas as pernas.

Não vou falar tudo o que quero aqui, pois temos tempo até a Bienal 2017 onde vou lançar a Duologia Brasil 2408, e depois.
(Estarei no stand da Ed. Pendragon)
Acompanhe os vídeos que farei durante todo o dia, no Insta e facebook falando sobre esta obra e inspirações.

Instagram – https://www.instagram.com/brasil2408/
Facebook – https://www.facebook.com/brasil2408

Ler é bom demais!!!
E escrever aquela avaliação no Skoob e Amazon também, então faça isso, deixe o seu comentário.

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E é isso, acompanhe o dia 25 de julho através da #julhodaspretas nas redes sociais e também nas redes da Duologia Brasil 2408.

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