Eu tô no Ponto G 40 – (Mundo Freak): Eba!!!

E olha que honra gente… entrei para o hall maravilhoso do Ponto G, um programa de podcast semanais com temas e entrevistas que incluem a mulher como protagonista e produtora de conhecimento.

Obrigada Ira Croft e Beatriz Santos!!!
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E acabou a Bienal 2017: Lições e lembranças que ficam

Pois é… foram 11 dias que vivi imersa na Bienal, mas na verdade foram muitos mais e preciso contar esta experiência.

Os ganhos que se pode ter num evento como a Bienal começam meses antes, no trabalho com o seu livro, a dedicação, o esforço. Tudo o que fizer vai ser a vitrine do seu trabalho e de quem você é.

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31/set – E começou a Bienal !!!

E começou!!!

1º dia

Eh chuvinha chata… mas tudo vem, vai embora e independente disso vou estar lá todos os dias.

Foi muito bom. Fiz minhas primeiras vendas, falei, andei, adorei a experiência e a gente, ali, fazendo acontecer, só pode melhorar.

Vou fazer um Cosplay basiquinho dia 1/set, antes do lançamento. Eba!

Me animei e não esqueça a agenda dos nossos encontros…

E acompanha pelo Instagram em tempo real
https://www.instagram.com/brasil2408/

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Afrofuturismo: O herói e a heroína negra tem raízes (parte 2 de 3)

Raízes…

Isso é algo muito importante quando se trata de representatividade e positivar ou negativar um imaginário.
A questão do herói ou heroína de rosto negro precisa ter passado para apresentar um presente e falar de um futuro. No afrofuturismo entramos numa nova dimensão, onde temos como obrigação construir um novo referencial e caminho para o nosso personagem.

Imaginei as pernas do Wadei (Duologia Brasil 2408) exatamente assim.
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Afrofuturismo: O herói e a heroína negra tem raízes (parte 1 de 3)

Afrofuturismo…

Não, não é uma palavra que combina a ideia de negros e futurismo, nem pensar… muito longe disto. O seu propósito vai além, propõe uma face negra de aspectos e ancestralidade africana e isso é sem igual.

Este é o primeiro artigo, farei um total de 3 sobre o tema: um sobre a minha obra e outro de aspectos a se repensar, como fazer na prática com exercícios de produção criativa.

Abaixo temos a imagem mais significativa do Afrofuturismo, a capa de um livro do autor americano Ytasha L. Womack’s – Afrofuturism: The World of Black Sci-Fi and Fantasy Culture (1990) que fala, explica o conceito, a filosofia, a estética, a essência e aponta inúmeros artistas em todas as áreas e épocas que fazem uso não só de elementos, mas resgatam a cultura africana e/ou afrodiaspórica dentro da sua inserção, lugar, estar e representar.
Afrodiáspora significa a condição negra fora da África, os negros e suas raízes pelo mundo.

 

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